Homoafetividade ( Homosexualidade)
Na sequência de um reenvio feito ontem, recebemos vários retornos questionando o porquê nunca havíamos falado deste tema. Tudo tem o seu momento, ele é chegado.
Homoafectividade é o termo brasileiro que actualmente designa a homossexualidade e por o acharmos mais abrangente, vamos adoptá-lo para esta entrega.
Comecemos por definir os conceitos de:
- Normal = a, regular – habitual – usual – costumeiro –
- Natural = a, proveniente da natureza – inato – original –
Queridos amigos, que estes simples adjectivos, que por norma são confundidos e mal aplicados, norteiem de forma simples a nossa visão sobre a Homoafetividade.
Esta, não sendo natural, está a tornar-se normal, e aqui sim, a resenha…
Pelos meios de informação massiva, manipulativa e esclavagista mental, milhões de seres humanos são hoje confrontados com situações, que assimilam sem análise, reacção ou confrontação; o sistema de robotização funciona, e as mentes assumem-nas como “normal”:
- As profundas desigualdades sociais
- A fome que mata milhares de seres diariamente
- A destruição massiva das florestas
- O horror das guerras, em directo via TV
- A exploração sexual de mulheres e crianças
- A livre e incentivada prática do aborto
- A supressão dos mais básicos princípios familiares e humanísticos
Todas estas, e muitas outras situações são anti-naturais, no entanto, tornaram-se hoje normais, pela forma como os seres permitem que os manipulem….
A questão em que devemos reflectir é se:
- Em momentos de profundas mudanças planetárias
- Na possível desagregação parcial (prevista pela ciência) do próprio planeta
- Em crises energéticas e sociais profundas
- Com sistemas educativos e de saúde controlados e manipulados por quem não interessa que exista educação e saúde, o porquê, de que a opção afectivo/sexual de uma minoria seja actualmente o foco da atenção mundial?..... Governos, poderosas Instituições, presidentes de Países, o Papa, e tantas outras figuras fulcrais dos sistemas instituídos, todos, e em poucos meses, vêm-se envolvidos e pressionados (alguns de forma notoriamente compulsiva) a tomarem partido, criarem leis, abolirem outras; em resumo, a criarem condições de vida aprazíveis a uma minoria da população mundial, cujas demandas, estão longe de ser a angústia da fome, a dor da doença, ou o terror da guerra.
Que corrente de poder poderosa, obscura e oculta, consegue criar este aliciante espectáculo, de uma militância perfeitamente organizada, cuja finalidade é a distracção das massas, e ainda, com que finalidade?
Caros amigos, a atitude pessoal para com cada ser humano que cruza a nossa vida, deve ser sempre de plena igualdade, tolerância e respeito.
Esta postura de respeito pela liberdade individual e privada de cada um, é uma permuta, pois a liberdade de um acaba, onde começa a liberdade do outro….
A vida pessoal do amigo, da colega, do familiar, ou do vizinho, com quem estes partilham cama ou amores, não deve ser foco do nosso interesse, menos ainda, de descriminação.
A amizade, o amor, o respeito por qualquer ser da nossa esfera de convívio nunca deve ser maculado pelas suas opções no campo afectivo/sexual.
Sabemos, todos aqueles que adentraram o conhecimento metafísico, que a existência da polaridade feminina e masculina não é aleatória ou um capricho do Universo.
Sabemos, que é na conjugação dessas polaridades que o ser humano encontra a plataforma de equilíbrio energético que lhe proporciona harmonia vivencial e evolutiva.
Mas também sabemos, que somos constantemente assediados por entidades astrais, que por vezes assumem totalmente o sistema operativo mental de muitas pessoas.
Sabemos, que pela Lei de Causa e Efeito, e para reequilíbrio do seu Carma a muitos seres é lhe imputada a vivencia de uma polaridade que contradiz o seu género físico.
Sabemos que muitos outros, por traumas físicos e psíquicos da infância ou adolescência, buscam no companheiro do mesmo género a figura paterna ou materna que faltou no seu campo afectivo.
Muito mais podia ser explanado aqui sobre as motivações ou razões que levam à Homoafetividade, no entanto, cremos serem estas, elementos de compreensão para posturas de foro inteiramente pessoal, que dentro dos limites da liberdade individual devem ser totalmente respeitadas.
Esta é no entanto uma face da questão, a outra é, que ao abrigo da mesma bandeira, a da liberdade, nenhum poder tem o direito de instaurar como natural a Homoafetividade, mesmo que vestida de normalidade…
Natural, é a vivencia afectiva e sexual de dois seres com diferentes polaridades, com fins evolutivos e espirituais, baseados nessas premissas.
Normais, podem ser todas as vivencias e opções afectivas e sexuais, que se integrem na realidade social onde existam, e no comportamento cívico e moral do seu meio, mas, sem “exigirem” a concordância mundial….
Concluímos com a interrogação, qual o interesse, e os promotores desta “distracção” das realidades prementes, que afligem a humanidade como um todo?
Que tenebroso poder, testa os seus limites através daqueles que deveriam ser símbolos de isenção, defensores da autêntica liberdade igualitária, e que se dobram em sujeição?
Podemos não conhecer a origem, mas conhecemos os divulgadores….mas, só consome quem quer…
Abraço de LUZ
A.
10.01.2011
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