quinta-feira, 7 de julho de 2011

Homoafetividade ( Homosexualidade)

Homoafetividade ( Homosexualidade)
Na sequência de um reenvio feito ontem, recebemos vários retornos questionando o porquê nunca havíamos falado deste tema.
Tudo tem o seu momento, ele é chegado.
Homoafectividade é o termo brasileiro que actualmente designa a homossexualidade e por o acharmos mais abrangente, vamos adoptá-lo para esta entrega.
Comecemos por definir os conceitos de:

- Normal = a, regular – habitual – usual – costumeiro –
- Natural = a, proveniente da natureza – inato – original –

Queridos amigos, que estes simples adjectivos, que por norma são confundidos e mal aplicados, norteiem de forma simples a nossa visão sobre a Homoafetividade.
Esta, não sendo natural, está a tornar-se normal, e aqui sim, a resenha…
Pelos meios de informação massiva, manipulativa e esclavagista mental, milhões de seres humanos são hoje confrontados com situações, que assimilam sem análise, reacção ou confrontação; o sistema de robotização funciona, e as mentes assumem-nas como “normal”:

- As profundas desigualdades sociais
- A fome que mata milhares de seres diariamente
- A destruição massiva das florestas
- O horror das guerras, em directo via TV
- A exploração sexual de mulheres e crianças
- A livre e incentivada prática do aborto
- A supressão dos mais básicos princípios familiares e humanísticos
Todas estas, e muitas outras situações são anti-naturais, no entanto, tornaram-se hoje normais, pela forma como os seres permitem que os manipulem….
A questão em que devemos reflectir é se:

- Em momentos de profundas mudanças planetárias
- Na possível desagregação parcial (prevista pela ciência) do próprio planeta
- Em crises energéticas e sociais profundas
- Com sistemas educativos e de saúde controlados e manipulados por quem não interessa que exista educação e saúde, o porquê, de que a opção afectivo/sexual de uma minoria seja actualmente o foco da atenção mundial?..... Governos, poderosas Instituições, presidentes de Países, o Papa, e tantas outras figuras fulcrais dos sistemas instituídos, todos, e em poucos meses, vêm-se envolvidos e pressionados (alguns de forma notoriamente compulsiva) a tomarem partido, criarem leis, abolirem outras; em resumo, a criarem condições de vida aprazíveis a uma minoria da população mundial, cujas demandas, estão longe de ser a angústia da fome, a dor da doença, ou o terror da guerra.
Que corrente de poder poderosa, obscura e oculta, consegue criar este aliciante espectáculo, de uma militância perfeitamente organizada, cuja finalidade é a distracção das massas, e ainda, com que finalidade?
Caros amigos, a atitude pessoal para com cada ser humano que cruza a nossa vida, deve ser sempre de plena igualdade, tolerância e respeito.
Esta postura de respeito pela liberdade individual e privada de cada um, é uma permuta, pois a liberdade de um acaba, onde começa a liberdade do outro….
A vida pessoal do amigo, da colega, do familiar, ou do vizinho, com quem estes partilham cama ou amores, não deve ser foco do nosso interesse, menos ainda, de descriminação.
A amizade, o amor, o respeito por qualquer ser da nossa esfera de convívio nunca deve ser maculado pelas suas opções no campo afectivo/sexual.

Sabemos, todos aqueles que adentraram o conhecimento metafísico, que a existência da polaridade feminina e masculina não é aleatória ou um capricho do Universo.
Sabemos, que é na conjugação dessas polaridades que o ser humano encontra a plataforma de equilíbrio energético que lhe proporciona harmonia vivencial e evolutiva.
Mas também sabemos, que somos constantemente assediados por entidades astrais, que por vezes assumem totalmente o sistema operativo mental de muitas pessoas.
Sabemos, que pela Lei de Causa e Efeito, e para reequilíbrio do seu Carma a muitos seres é lhe imputada a vivencia de uma polaridade que contradiz o seu género físico.
Sabemos que muitos outros, por traumas físicos e psíquicos da infância ou adolescência, buscam no companheiro do mesmo género a figura paterna ou materna que faltou no seu campo afectivo.
Muito mais podia ser explanado aqui sobre as motivações ou razões que levam à Homoafetividade, no entanto, cremos serem estas, elementos de compreensão para posturas de foro inteiramente pessoal, que dentro dos limites da liberdade individual devem ser totalmente respeitadas.
Esta é no entanto uma face da questão, a outra é, que ao abrigo da mesma bandeira, a da liberdade, nenhum poder tem o direito de instaurar como natural a Homoafetividade, mesmo que vestida de normalidade…
Natural, é a vivencia afectiva e sexual de dois seres com diferentes polaridades, com fins evolutivos e espirituais, baseados nessas premissas.
Normais, podem ser todas as vivencias e opções afectivas e sexuais, que se integrem na realidade social onde existam, e no comportamento cívico e moral do seu meio, mas, sem “exigirem” a concordância mundial….
Concluímos com a interrogação, qual o interesse, e os promotores desta “distracção” das realidades prementes, que afligem a humanidade como um todo?
Que tenebroso poder, testa os seus limites através daqueles que deveriam ser símbolos de isenção, defensores da autêntica liberdade igualitária, e que se dobram em sujeição?
Podemos não conhecer a origem, mas conhecemos os divulgadores….mas, só consome quem quer


Abraço de LUZ

A.
10.01.2011

A SEXUALIDADE E A SUA QUALIDADE DIVINA

A SEXUALIDADE E A SUA QUALIDADE DIVINA

Em pleno século XXI, a sexualidade e o sexo continuam a ser tabu, agora já não pela proibição ou negação, mas pelo abuso e banalização do mesmo o que, e de uma outra forma continua a sujá-lo e como algo a esconder.
Ao longo dos séculos, nada tem sido mais manipulado e distorcido do que o sexo.
Pelo apelo da tremenda força e energia sexual, reinos se criaram e reinos caíram.
Na sua expressão mais elevada, o sexo é a experiência espiritual mais importante entre duas pessoas no mundo físico.
É um meio através do qual podemos conectar-nos com os níveis mais altos de nós mesmos e accionar o nosso fantástico poder criativo. Desde sempre, o poder instituído, normalmente controlado pela religião, reconheceu o poder dessa força, e como tal, sempre tentou assumir o seu controlo, utilizando como ferramenta principal o medo. Assim, há séculos que a função mais complexa, e uma das vias que nos podem ligar a outras esferas e planos superiores, foi obstruída pela imposição do “pecado”.
Mas reparem que o conhecimento existia, pois através dos séculos a energia sexual foi muito utilizada nos rituais das escolas iniciáticas ocultas, das mais diversas civilizações.
Actualmente, invertem-se os valores, mas os resultados não são menos danosos. O abuso indiscriminado da sexualidade como produto vendável, apenas acumulou outras situações ás já gravadas na nossa memória colectiva, nenhuma delas favorável á percepção e entendimento dessa,.. creio que a mais maravilhosa ferramenta de ascensão, que é a nossa sexualidade.
São preocupantes os altos valores de disfunções sexuais registadas, principalmente as masculinas, que se devem além das causas já referenciadas, ao descuido, ao esquecer, ou ao mau uso dessa parte tão importante da nossa vida e do nosso ser. E que, como a outras coisas fundamentais da nossa vida, relegamos para segundo plano, para as quais deixamos de ter tempo, disponibilidade ou respeito.
Para entender isto, precisamos analisar a natureza da experiência física e o facto genético a que chamamos corpo.
Como sabemos, o que observamos com os olhos é apenas o nível físico do nosso corpo, em níveis não visíveis está, entre outras coisas a consciência e a nossa aura. A aura é uma amálgama dos campos de energia que juntos constituem aquilo de nós que pensa, sente e se emociona.
Um desses níveis, o etérico, é a inteligência que organiza a substituição das células, controla o sistema eléctrico e, genericamente, governa as actividades do corpo. Quando a energia etérica fica desbalanceada, quando está em desarmonia emocional, essa desarmonia emocional transforma-se em doença física. Alguns desalinhos etéricos, por exemplo, alteram a substituição suave das células e isto vem a nós na forma das mais graves doenças. O sistema imunológico é também controlado pelo etérico e, portanto, as influências emocionais e electromagnéticas podem prejudicar seriamente as defesas naturais de nosso corpo o que nos torna mais susceptíveis a doenças.
Não podemos falar de energia etérica sem falar de Chacras, ainda que de forma muito limitada, devido ao tempo. Reconhecer a existência do sistema de chacras é vital para compreender o significado real do sexo.
Dos 7 chacras principais, os 3 mais baixos ligam-nos à Terra, e os 3 superiores ligam-nos ao espírito, e o do coração é o centro de equilíbrio entre eles.
O centro de controlo deste sistema é a glândula pineal no centro do cérebro, que se conecta com o chacra do "terceiro olho" situado na testa, nossa visão psíquica.
A pineal e as outras glândulas do sistema endócrino soltam hormonas no corpo em resposta a mudanças nos estados dos chacras, e estas hormonas afectam o estado do corpo físico de forma positiva ou negativa.
O chacra da raiz, na base da coluna vertebral, acolhe uma energia conhecida como Kundalini, outro termo sânscrito que significa serpente ou cobra adormecida.
A Kundalini é parte da força da vida e ela provê a energia sexual que desenvolve o nosso potencial criativo.
O desenrolar da Kundalini afecta-nos de muitas outras formas, além de sexualmente.
A energia que as pessoas usam para criar uma pintura, livro, discurso ou um vaso, é a mesma energia que estimula a actividade sexual.
É a mesma força criativa, que cria uma nova vida. Se a energia criativa é suprimida, o seu poder torna-se desalinhado. Isto acabará por se manifestar de outras formas – através da violência, crimes, guerras e depressão. Quando a força criativa é suprimida ela torna-se destrutiva. E isto aplica-se também e certamente ao sexo.
Uma Kundalini poderosa dá-nos uma forte conexão magnética com a Terra e quando ela se eleva até ao chacra da coroa no topo da cabeça, conecta-nos com outros chacras em níveis mais elevados do nosso ser.
E isto é o que os seres humanos procuram, um equilíbrio do físico com o espiritual.
Para subir através dos chacras e fazer a conexão com os níveis superiores, a Kundalini precisa passar pelo chacra sacral, o centro da sexualidade, e pelo chacra do plexo solar, o centro das nossas emoções.
No entanto, estes centros podem estar com tanta quantidade de negações, traumas, medos e emoções negativas, que eles agem como uma represa vibratória, revertendo a Kundalini para voltar sobre si mesma e criando uma vida inteira de tumulto naquela parte inferior do abdómen que geralmente resulta em doença física.
Estas "represas" também impedem o fluxo poderoso da Kundalini de activar o potencial dos chacras superiores, o do coração, da garganta, do terceiro olho e da coroa, e portanto tornando impossível uma conexão verdadeira com as dimensões espirituais superiores de nós mesmos.
O sexo tal como é colocado pela religião e pelos tablóides, que jogam entre o exacerbado apelo sexual e a hipocrisia social pode manter-nos numa prisão mental e emocional, enquanto que o sexo cósmico pode elevar-nos às estrelas.
Mas claro…O que é sexo no nível cósmico?
Sexo tornou-se um evento físico quando ele realmente tem o potencial para ser um êxtase multidimensional.
Existe o sexo dito normal, uma experiência física extraordinária, cujo objectivo é o orgasmo e a ejaculação – ou seja a projecção para o exterior da energia, uma perda de energia. Isto na maior parte das vezes deixa os parceiros cansados e frequentemente com uma sensação de vazio.
Mas, existe o sexo multichacra que nos eleva para os reinos espirituais do ser. Isto acontece quando a energia estimulada no chacra raiz sobe através de todos os outros chacras e explode para fora, na aura, como um orgasmo espiritual ao invés de apenas uma ejaculação física, apesar que pode haver uma combinação dessas duas coisas.
Isto é um amor espiritual ao invés de sexo, porque é predominantemente espiritual, e não físico.
Neste caso é perfeitamente possível acessar níveis de consciência, muito além deste plano físico.
Quando se vive essa experiência com um parceiro, pode ser difícil vivenciar satisfatoriamente o sexo com outra pessoa, no entanto acredito ser possível, assim exista a empatia, abertura, respeito e amor, que eleve o acto sexual aos níveis descritos.
Independentemente da opção de cada um em termos de liberdade sexual, e na certeza que não há certo nem errado, apenas experiências que tem que ser vividas, mas é bom reflectir que quando temos actividade sexual, em maior ou menor escala, acabamos por incorporar as energias da outra pessoa. Absorvemos vibratoriamente, parte dessas pessoas, parte da sua essência. Com quem fazemos amor tem consequências para ambos os parceiros muito tempo após esse evento. Ou seja que uma promiscuidade acentuada a nível sexual, pode levar a alterações de personalidade, pela incorporação das energias do ou dos parceiros correspondentes, e pela qualidade / tipo dessas mesmas energias.
É ainda comum o vampirismo energético através do sexo.
Mas voltando ao sexo cósmico, este deixa as pessoas repletas de energia, e não cansadas, e isto é transmitido para cada célula do corpo, estimulando-as para vibrarem mais rápido e assim, fazer-nos sentir "vivificados" e providos com mais energia criativa que pode ser expressa noutras áreas de nossas vidas.
Aconselho o estudo do Tantra, filosofia muito antiga e que no plano sexual, percebeu a imensa potencialidade da energia sexual que consideram sagrada, e que através da filosofia tântrica é transformada numa fonte de energia inesgotável, capaz de agir no estado psíco – físico que por sua vez reage num plano cósmico superior.
Para alcançar estes níveis cósmicos do sexo, não existem normas, apenas experiências no caminho, cada pessoa é diferente, no entanto creio que duas coisas são fundamentais além obviamente do sentimento que una os parceiros, uma é o enterrar definitivamente todos os estigmas relacionados com a actividade sexual, a outra é a auto-estima, sabendo que nenhuma condição, seja de idade, tipo físico, cultural ou social pode ser impeditivo para essa realização suprema.
Há quem afirme que quando fazemos amor com outro ser humano, estamos na realidade, a fazer amor com uma parte de nós mesmos.
Quando atingimos o estágio de orgasmo multichacra cósmico, nós estamos a fazer amor com o Universo, com a Criação, com tudo que existe, e estaremos a disponibilizar mais energia criativa para todos usarem e beneficiarem.
Tanto mais havia a dizer, inclusivamente forma, ou fórmulas, experiências, que possam ajudar os outros a encontrarem o seu próprio caminho para essa vivência suprema, para esse “Samadhi” (termo sânscrito, que significa, estado alterado de consciência divino ou divinal) mas por hoje é tudo.
Mas não esqueçam que sexo é divino, mantém-nos saudáveis, é belo na união espiritual de dois seres, e nessa condição, se auto–promove e se auto-qualifica.

Maria Adelina

“Amo-te, logo sou livre e tu também”

“Amo-te, logo sou livre e tu também”

Entre voltas e voltas pelos ciclos dos dias lá volta o ensejo, para voltar a falar de Amor, na versão do amor a dois.
“Amo-te, logo sou livre e tu também”, esta frase do querido amigo J.A. é propulsora deste sentir.
Por diversas vezes temos falado do amor real, aquele que não se baseia em qualquer tipo de dependência ou necessidade.
Continua no entanto, a ser uma fórmula incompreensível para muitas pessoas.
- Amor / Desejo – Amor / Vontade – Amor / Carência – Amor / Domínio -
Ama-se, porque se precisa do outro, seja lá para o que for……
São estas, as facetas do amor que revestem a maior parte dos relacionamentos.
Por isso, e com isso, criamos o chamado sofrimento por amor.
A graduação do amor não é uniforme, nem uma competição.
Cada ser humano na sua múltipla diversidade de vivências cármicas e de missão de vida, tem formas e posturas diferentes de expressar o amor.
Cada ser humano deve abrir-se á percepção dessas tantas formas, e suprimir as barreiras limitantes dos amores novelescos.

“se alguém não te ama como tu queres, não significa
que não te ame da melhor forma que consegue”

Isto é a rejeição da vontade egóica, isto é a liberdade.

Mais ainda, nestes tempos de profundos acertos cármicos, em que vivemos muitas vidas numa só vida, quantos amores existem: desencontrados, desacertados, incongruentes, incompreendidos, e no entanto...tão sublimes, profundos, eternos.
Em paralelo com esta compreensão e aceitação, gera-se a liberdade total, em que sem apego, medo ou expectativa de receber, podes emitir o belo dizer: Amo-te
Seja este entendido ou não, partilhado ou ignorado, é o teu fogo sagrado, a tua essência divina, que como semente fecunda, espraias pelas searas universais.
E o Amor / Liberdade cresce em ti, faz parte de ti, porque não precisas de “um objecto” a quem dedicar o teu amor.
Tu, és o Amor
A.

14 de Junho de 2010